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Maio 2015


[ Faturamento cresce em abril ]

PublishNews – Carlo Carrenho – 12/05/2015

O Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL) e a Nielsen acabam de publicar a segunda edição de seu Painel das Vendas de Livros no Brasil e as notícias são boas. Em abril, as vendas de livros em livrarias e redes varejistas medidas pelo Bookscan alcançaram o valor de R$ 108,5 milhões, o que significa um crescimento de 10,7% em comparação com o mesmo período de 2014.

Em exemplares vendidos, o crescimento foi ainda maior, de 11, 2%, e o volume alcançou 2,92 milhões de livros vendidos. Mesmo considerada a inflação dos últimos 12 meses, houve crescimento positivo. O IPCA no período foi de 8,17%, o que aponta um crescimento real do faturamento de 2,34%.

No ano, o crescimento acumulado ainda é de apenas 3,4%, o que significa uma queda real de 2,83% se considerado o IPCA anual de 6,41% em 2014.

Segundo a análise da Nielsen, foram três títulos os principais responsáveis pelas boas vendas de abril: Philia, do padre-cantor Marcelo Rossi e publicado pela Globo, Jardim Secreto e Floresta Encantada, os best-sellers para colorir publicados pela Sextante.

O trio de arrasa-prateleiras foi responsável por 11,6% do volume de vendas no per íodo, sendo que Philia respondeu sozinho por 4,4% dos livros vendidos – ou seja, foram aproximadamente 128 mil exemplares comercializados no varejo e computados na lista da Nielsen. Vale lembrar que a penetração da Nielsen é, segundo a própria empresa, de 63% do varejo de livros no Brasil.

Ismael Borges, coordenador da área de livros da Nielsen, acredita que o crescimento das vendas continua neste mês, apoiado em grande parte nos livros para colorir. “Acredito que a tendência positiva se sustenta em maio e me refiro à febre dos livros de colorir, pois aparentemente eles vendem muito e canibalizam pouco, o que parece gerar uma boa venda incremental”, declarou o executivo, também conhecido como Mr. Bookscan.

No que se refere a descontos, o desconto médio na boca do caixa caiu de 20,3% para 16,9% quando se compara abril deste ano com o mesmo mês em 2014.

Considerando que a Amazon começou sua operação com livros em agosto, é bastante interessante observar que o receio que o mercado tinha de a gigante de Seattle causar uma guerra de preços e forte aumento do desconto não se materializou, pelo menos nos dados da Nielsen.

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[ Crise pode ser oportunidade ]

Diário do Comércio – editorial – 13/05/2015

Depois de um ciclo de forte expansão e grandes investimentos, a indústria automotiva brasileira atravessa período de forte retração, com redução de 19% nas vendas, considerados os três primeiros meses do ano. São dificuldades que claramente decorrem da conjuntura interna e seus efeitos na oferta de crédito e na redução do poder de compra. preciso perceber, contudo, e tendo em conta a importância do setor para a economia nacional, que a indústria global também enfrenta dificuldades que são em parte conjunturais, mas que têm a ver também com o modelo do negócio que aos poucos vai sendo reinventado. O transporte individual, que sustenta o volume de vendas, é cada vez mais questionado, seja pelas questões ambientais, seja pelas restrições de circulação em face das limitações dos espaços urbanos.

Parece claro que a indústria terá que se reinventar, seja na busca de novos propulsores, mais limpos, mais baratos e mais eficientes, seja na reinvenção do conceito de transporte individual, em que o automóvel aos poucos vai deixando de ser sonho de consumo. E muda também o perfil das empresas do setor, com uma tendência mais forte de concentração, num processo hoje chamado de consolidação. Traduzindo, as empresas buscarão ainda mais o caminho das fusões, garantindo volumes que sustentem o negócio e diluição dos investimentos. Como no caso da Fiat, líder no mercado nacional e que por óbvias razões mais de perto nos interessa, que assumiu o controle da norteamericana Chrysler dando origem à FCA, posteriormente tentou se aproximar do grupo francês PSA  Peugeot e Citroen  e, segundo rumores, estaria novamente buscando algum tipo de aproximação com a General Motors.

São especulações, ou talvez até mais que isso, que ajudam a reforçar a previsão de que em algum ponto no futuro existirão no mundo inteiro não mais que cinco ou seis grupos automotivos. E tudo isso passará necessariamente pelo Brasil, hoje o sexto maior mercado de veículos automotores no mundo e, sobretudo, com potencial de crescimento só comparável ao da China, independentemente das agruras do momento. altamente estratégico portanto conhecer, compreender e acompanhar estas tendências, nelas enxergando a possibilidade de transformação do País numa plataforma de produção verdadeiramente global.

Pode acontecer, desde que estejamos atentos e bem preparados, garantindo eficiência e competitividade à produção local, o que implica desobstruir os gargalos logísticos, a insegurança jurídica e a plena qualificação da mão de obra, dentre outros fatores, inclusive aqueles de natureza tributária. A oportunidade é evidente, trata- se de saber aproveitá-la.

http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php? tit=editorial&id=153648

[ A política do "corte burro" ]

Meio & Mensagem – Coluna Mídia por Eduardo Tessler – 08/05/2015

Os primeiros quatro meses de 2015 foram recheados de demissões pelas Redações do Brasil. Apertam as contas e imediatamente gestores pedem redução de custos. E esses custos, via de regra, estouram no staff da Redação.

Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Editora Abril, RBS, SBT, as notícias pipocaram pelo País. E a perspectiva para os próximos meses não é em nada melhor.

Só que aí há uma tremenda “pegadinha”: Se o produto está definhando – menos leitores, menos espectadores, menos publicidade – como tentar reverter o quadro apenas cortando o que aparentemente é “gordura”? O máximo que se conseguirá obter é uma folha de pagamento um pouco mais leve – mas um produto piorado, desleixado, até pelo protesto inconsciente de quem fica.

A mensagem que a audiência está dando a todos esses meios de comunicação é muito clara: esse modelo de jornal, essa lógica de mídia eletrônica, não funciona mais. A “geração conectada” espera outro tipo de filtro, de seleção de qualidade, de inteligência por trás da notícia. A chave da mudança é mudar efetivamente o produto.

Folha e Estadão demitiram, juntos, cerca de 200 jornalistas. Na Barão de Limeira cortou-se páginas, jogou-se colunistas para as plataformas digitais, mas sem mexer na essência: o velho e surrado jornalão. As duas marcas tentam ludibriar o leitor fazendo inexplicavelmente o mesmo produto dos “anos dourados”. Com menor qualidade.

Há gordura na Redações? Claro que sim. E muita. Mas sem mudar a essência do produto, sem ter coragem de propor algo completamente diferente, nada feito. O leitor não é bobo.

O problema é que os barões da imprensa teimam em manter a mesma lógica informativa de 1950. Notícia, notícia e uma pitada de opinião. Com a metade dos jornalistas. A consequência é um grupo despreparado e estressado, que abdicou de sair às ruas para fazer jornalismo – viva o telefone. Se sair não consegue cobrir três pautas no dia, como exige o editor – outro dinossauro especializado em fechar páginas e não em abrir conteúdos.

Mas há penumbra no fim do túnel do jornalismo brasileiro. O Globo tem apresentado novidades interessantes em suas páginas – que curiosamente seguem entupidas de colunistas estacionados na era do cinema mudo. Selecionando bem é possível encontrar ilhas de inteligência jornalística escondidas em um oceano de conservadorismo.

Aí a pergunta é: vale a pena investir em um exemplar? O leitor paga por aquela informação velha e desinteressante?

Enquanto os gestores acharem que a solução para a crise é reduzir o custo – em vez de repensar o produto – a saída estará a cada dia mais longe. Mata-se o que sobrou da marca, do respeito, da confiança em nome da economia a curto prazo.

O medo de mudar ainda é o maior inimigo da indústria da comunicação no Brasil. E os jornalistas pagam a conta.

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/ ponto_de_vista/2015/05/A-politica-do-corte-burro.html

[ A indústria gráfica apoia projeto de lei para impressão de livros didáticos no Brasil ]

Portal Abigraf – 12/05/2015

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Nacional), que representa mais de 20 mil empresas geradoras de 213 mil empregos diretos, declarou apoio ao Projeto de Lei 7867/14, de autoria do deputado Vicentinho (PT-SP). Aprovado no último dia 18 pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados, o PL 7867/14 determina que a produção e a impressão de livros didáticos adquiridos por programas públicos e de títulos beneficiados pela Lei Rouanet sejam feitas em território nacional. “É uma exigência justa. Os recursos utilizados nessas aquisições vêm de impostos e tributos pagos pelos brasileiros e é inteligente que permaneçam no País, fomentando nossa economia”, afirma Levi Ceregato, presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf).

“No ano passado, a balança comercial do segmento editorial brasileiro fechou com déficit de US$ de 145,7 milhões FOB, que foram gerar riqueza em outros países, especialmente os asiáticos, responsáveis por 72,3% das vendas de impressão de livros para o Brasil”, diz Levi. Em 2013, o déficit havia sido ainda maior: US$ 149,6 milhões FOB. Este fato tem contribuído de forma significativa para o aumento do desemprego no segmento gráfico editorial brasileiro, que apresentou redução de 4,8% nos postos de trabalho em 2014 em comparação com o ano anterior.

Os críticos do PL 7867/14 alegam que os livros didáticos não ajudam a engrossar esses números, bastante negativos para o setor gráfico e o País. Dizem que, como as licitações determinam prazos curtos, não dá tempo de imprimir no exterior. “Nesse caso, por que questionar tanto uma proposta que apenas referenda a prática já existente?”, questiona Ceregato. “Além disso, estatisticamente, é impossível diferenciar os livros didáticos de outras publicações importadas, pois todos podem ser enquadrados na mesma classificação fiscal. Por isso, inclusive, a ABIGRAF já solicitou junto ao governo federal a criação de uma posição específica para os didáticos no Detalhamento Brasileiro de Nomenclatura. Isso dará maior transparência a essas importações”, defende o presidente nacional da Abigraf. Outra evidência a ser levada em conta é a constatação, pelas gráficas nacionais, de reduções nas encomendas.

Para quem acredita que é apenas uma questão de livre concorrência, Ceregato lembra que a indústria gráfica nacional possui competência técnica e tecnológica comparável às melhores do mundo: “Também nossos preços são competitivos, principalmente à medida que a nossa moeda se desvaloriza e o câmbio se ajusta. Porém, há graves distorções a serem corrigidas no tocante à concorrência desigual exercida pelos importados”. Um exemplo é o recolhimento de 9,25% de PIS-Cofins pelas gráficas brasileiras nas impressões de livros, enquanto o produto importado entra no País isento desse tributo. Por fim, Levi lembra que outros países, como México – onde há um programa de compra pública de livros didáticos ainda maior que o brasileiro –, exigese que toda impressão seja feita por gráficas locais.

http://abigraf.org.br/na-midia/noticias/a-industria-graficaapoia- projeto-de-lei-para-impressao-de-livros-didaticosno- brasil--2

 







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