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Março 2015


[ Brasileiro consome menos papel cuchê estrangeiro e importação recua 11% ]

NewsPaper 43 Andipa / Adaptado por CeluloseOnline – 13/03/2015

De acordo com dados apurados no sistema AliceWeb, da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), o mercado brasileiro consumiu menos papel cuchê estrangeiro em 2014, porém aumentou e muito as compras de MWC.

Os dados, que são compilados com base na classificação dos produtos na NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), apontam que com produção nacional insuficiente para atender a demanda, o cuchê é o principal item das importações brasileiras de papel para impressão e escrita, respondendo por quase metade do volume total deste grupo.

Das 577 mil toneladas de papéis de I&E desembarcadas no Brasil em 2014, 272,7 mil toneladas foram de cuchês, 86,5 mil toneladas de MWC, 51,2 mil toneladas de LWC, 52,9 mil toneladas de papéis ofsete, 26,8 mil toneladas cut size e 86,9 mil toneladas de outros tipos de papéis.

As importações anuais de cuchê, nas quatro NCMs que englobam as diferentes especificações de produto, atingiram 363,9 mil toneladas em 2012, caíram para 303,9 mil toneladas no ano seguinte, reduzindo novamente em 2014 (272,7 mil toneladas).

No MWC, o volume do ano passado (86,5 mil toneladas) é recorde desde 2002, quando foram registradas as primeiras importações deste tipo de pape. Até então, 2012 tinha a maior importação de MWC, com 62,5 mil toneladas internalizadas. Pelos dados iniciais, em 2015, o MWC estrangeiro deve continuar sendo alternativa para a produção gráfica. Em janeiro foram importadas 8 mil toneladas, 10% do total do ano passado e 22% mais que no mesmo mês de 2014 (6,5 mil toneladas).

Os dados ainda revelam que dentre os segmentos acompanhados, o ofsete cresceu 4,5%. As importações nas três nomenclaturas que compõem o grupo offset atingiram 52,9 mil toneladas em 2014, contra 50,5 mil toneladas do ano anterior.

Já as entradas de 51,2 mil toneladas do LWC, representam retração de 12% sobre as 58,4 mil toneladas desembarcadas em 2013 e mais de 40% na comparação com as 87,6 mil toneladas apuradas em 2012.

Os segmentos de papel cartão e cut size também registraram volumes maiores em 2014 no comparativo com o ano anterior. Conforme números do AliceWeb, no ano passado foram importadas 40 mil toneladas de papel cartão, 12,5% mais do que em 2013 (35,5 mil toneladas). No cut size, as importações somaram 26,8 mil toneladas, contra 22 mil toneladas na comparação anual.

http://celuloseonline.com.br/brasileiro-consome-menospapel- cuche-estrangeiro-e-importacao-recua-11/

[ Os desafios da educação na era digital ]

Jornal do Brasil – artigo de Alex Rangel – 17/03/2015

Os alunos de hoje são muito diferentes daqueles de 20 anos atrás. As demandas da educação contemporânea estão em contínua de transformação. Num mundo de múltiplas alternativas de aprendizado e de distrações, os estudantes do século XXI exigem e buscam cada vez mais soluções digitais interativas.

Para não perderem o bonde da história nem caminharem na contramão das novidades, as escolas precisam se adequar a essas questões, como é o caso da criação de novas plataformas e metodologias de ensino. Por quê? Pois o quadro negro, livros e apostilas em papel já não chamam mais a atenção dessa juventude online full time, a qual tem como grandes companheiros e solucionadores das dúvidas e questionamentos os sites de buscas.

Por esse motivo, é preciso repensar a maneira de ensinar e introduzir novos atrativos na sala de aula que prendam a atenção desse jovem. Porém, não adianta simplesmente digitalizar o material e disponibilizá-lo em uma plataforma para leitura. Isso significaria subutilizar o potencial que essa ferramenta poderia oferecer, tornando-o um conteúdo complementar.

Como alternativa, as escolas estão recorrendo aos materiais didáticos digitais e interativos, que podem ser estudados por meio de aplicativos em tablets. Dessa forma, é possível ensinar lições teóricas com infográficos e vídeos que podem ser vistos num clique.

Esse método torna as aulas altamente sofisticadas e sobretudo dinâmicas. Ou seja, muito mais interessantes para os jovens. Sem contar que os estudantes não precisam carregar quilos e mais quilos de livros. Além de reduzir de maneira significativa o peso do material didático, esse equipamento é uma opção ecológica, porque não utiliza o papel em sua produção.

No entanto, não só a escola precisa se renovar. Os professores também devem se modernizar, pois são os responsáveis pela educação das novas gerações. Infelizmente, estão perdendo a sua relevância para a web. Isso tem que mudar. É fundamental que eles aprendam a lidar com os novos aparatos tecnológicos.

É fundamental entender que as novas ferramentas permitem ao professor poupar não perder tempo escrevendo no quadro ou tentando desenhar uma célula ou o sistema solar por exemplo. Isso significa ganho de qualidade também. Elas permitem que as aulas se aprofundem mais no assunto, abordando mais questões relevantes, respondendo a mais dúvidas e sugerindo um número maior de exercícios.

As novas tecnologias e a internet devem ser encaradas como aliadas da educação, que precisa acompanhar e beber na fonte dos avanços da era digital. Esse é o caminho que vão trilhar as escolas do futuro.

Alex Rangel é diretor-geral do Colégio Flama

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