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Janeiro 2015


[ Para dormir bem, livro é melhor que tablet, aponta estudo ]

Meio e Mensagem

O jornal O Estado de S. Paulo completou 140 anos de existência no domingo, 4. Para comemorar a data, o veículo realizará uma série de ações especiais durante este ano.

O calendário de festividades inclui cadernos multiplataforma, eventos, shows e exposições contando a história da publicação, além de um balanço de suas 14 décadas de jornalismo.

No domingo, 18, a publicação distribuirá um caderno especial em comemoração ao aniversário. As páginas irão compilar os momentos mais marcantes da trajetória do jornal. A seleção dos fatos será feita por escritores, historiadores e jornalistas, que destacarão os marcos dos séculos 19, 20 e 21. O Estadão, como é conhecido, também exibirá artigos, fotos e uma linha do tempo interativa em seu portal.

O Estado de S.Paulo é o quarto jornal mais antigo ainda em circulação no País, atrás de Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio e O Mossoroense. Foi fundado em 4 de janeiro de 1875 por José Maria Lisboa, Francisco Rangel Pestana e Américo de Campos. Desde 1902 é propriedade da família Mesquita — atualmente o grupo é administrado por Francisco Mesquita Neto.

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/ noticias/2015/01/05/O-Estado-de-SPaulo-celebra-140- anos.html

[ Celulose deve seguir em alta no início deste ano ]

Jornal do Comércio (JCRS) – 05/01/2015

Ao contrário do ocorrido com os preços da maior parte das commodities, como minério de ferro e petróleo, que despencaram no final de 2014, os valores internacionais da celulose sobem desde outubro e devem ter trajetória positiva nos primeiros seis meses de 2015. A partir do segundo semestre, no entanto, a chegada ao mercado da celulose produzida pela fábrica Guaíba, da CMPC Celulose Riograndense, pode pressionar os preços, conforme expectativas da Fibria e Suzano Papel e Celulose. Especialistas, no entanto, minimizam o impacto, ao justificar que o fechamento de capacidades no mundo tem dado o tom para a precificação da commodity.

Para Guilherme Cavalcanti, diretor financeiro da Fibria, a celulose tem foco no consumo e, diferentemente do minério de ferro, menor dependência da economia chinesa. “A celulose é uma commodity de consumo, com papel para embalagens e o tissue (fins sanitários). Ela tem destino diferente e dependência menor do investimento de capital fixo”, disse.

De acordo com dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a China ficou em segundo lugar entre os maiores compradores do insumo brasileiro, com um total de US$ 1,414 bilhão exportado de janeiro a outubro, o que representa 32% do total das vendas externas, de US$ 4,453 bilhões. A Europa é o maior destino da produção, com US$ 1,765 bilhão, cerca de 40% do total. A América do Norte foi responsável por 18,4%.

O vice-presidente da Pöyry no Brasil, Carlos Farinha e Silva, concorda com a força do consumo e menciona, inclusive, que a demanda na China por alguns produtos tem crescido, como o tissue. O próprio recuo dos preços do petróleo é positivo para o segmento de papel e celulose, segundo ele. “Diminui os custos de energia dos produtores de papel e dá certa folga para que os produtores de celulose repassem o preço e rentabilizem as vendas”, explicou.

Em outubro, Fibria e Suzano anunciaram novos valores de referência da celulose. Na Europa, ficou em US$ 750,00 a tonelada, nos Estados Unidos em US$ 840,00 e na Ásia em US$ 640,00 a tonelada. Segundo Cavalcanti, da Fibria, os aumentos em outubro já foram implementados e a companhia segue confiante. “Nos 10 primeiros meses de 2014, a demanda por celulose cresceu 10,5% ante o ano anterior.”

A Fibria anunciou nova alta de US$ 20,00 por tonelada em cada mercado, a ser implementada a partir do dia 1 de janeiro. A Suzano, por sua vez, apenas assumiu que novos ajustes estão em estudo.

Nova unidade

O que favoreceu os aumentos já anunciados nos valores internacionais da celulose, segundo os executivos das empresas Fibria e Suzano, foi o fechamento de capacidades mundiais da fábrica da Old Town, nos Estados Unidos, e da Ence, na Espanha, que somaram, aproximadamente 600 mil toneladas. “Historicamente, têm fechado umas 600 mil toneladas por ano, mas é difícil projetar, porque novos projetos são sempre anunciados, já fechamentos são postergados o máximo possível”, disse o vice-presidente da Pöyry no Brasil, Carlos Farinha e Silva.

O analista do setor de papel e celulose do BB Investimentos, Victor Penna, concorda que os fechamentos de capacidade ajudaram a equilibrar os preços em 2014. “As empresas aproveitaram a oportunidade para anunciar os ajustes, com estoques baixos e embarques estáveis. No segundo semestre, no entanto, entraram novas capacidades, e as empresas puderam aplicar mais descontos do que aumentos”, avaliou.

A nova capacidade mencionada pelo analista virá da unidade de Guaíba, da CMPC Celulose Riograndense, no Rio Grande do Sul. Executivos da Fibria e da Suzano também já sinalizaram que o segundo semestre será mais difícil. Guaíba deve iniciar a operação em maio ou junho, disse o diretor executivo da unidade de Negócios de Papel e Celulose da Suzano, Carlos Aníbal, em reunião com analistas e investidores (Apimec), realizada no final de novembro, ponderando que leva até três meses para a celulose chegar ao mercado. “Então, o impacto deve ficar para o final de 2015.”

O diretor-presidente da CMPC Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes, confirmou que Guaíba entra em operação no mês de maio. Atualmente, a capacidade anual de celulose da CMPC Celulose Riograndense é de 450 mil toneladas e o novo projeto será responsável por um adicional de 1,3 milhão de toneladas ao ano. Ao considerar 50 mil toneladas de otimização imediata e 200 mil toneladas de outras otimizações, a capacidade do grupo passará para 2,1 milhões de toneladas por ano.

Segundo Nunes, a capacidade nominal da unidade deve ser atingida no final de 2015 e meados de 2016 e o cronograma está de acordo. “No mês de março, faremos uma parada geral para integração da unidade 1 com a 2”, disse o executivo, que lembrou ainda os investimentos que totalizam R$ 5 bilhões na nova fábrica de celulose.

Para Nunes, o impacto no preço da celulose não será expressivo. “Não achamos que haja algo mais dramático, porque não somos um novo entrante e o volume será aumentado com os nossos clientes.”

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=183503

[ Pesquisa aponta que jornais impressos são veículos com maior credibilidade ]

Estadão Conteúdo publicado no DGABC – 19/12/2014

Pesquisa brasileira de mídia, divulgada nesta sexta-feira pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, aponta que os jornais impressos continuam sendo os veículos que têm mais credibilidade entre a população para se informar (58%), seguido da televisão (54%) e do rádio (52%). No caso da internet, cujo acesso diário cresceu de 26% para 37% de 2013 para 2014, é o meio de comunicação menos confiável para busca de informações, apesar de o brasileiro passar, em média, cinco horas por dia à frente do computador ou aparelhos digitais.

Ainda de acordo com a pesquisa, os aparelhos celulares estão caminhando para tomar à frente dos computadores para o acesso à internet. Na pesquisa publicada no início deste ano, com base em dados do final de 2013, 84% disseram que usavam um PC para ter acesso à internet. Este numero, agora, caiu para 71%. No entanto, subiu de 40% para 66% o uso de celular para acessar a internet.

Um dado interessante da pesquisa é que, entre os internautas, 92% ficam conectados por meio das redes sociais, sendo que o Facebook é, disparado, o mais acessado. O levantamento apontou que 83% das pessoas consultadas acessam o Face, seguido do Whatsapp, com 58% , o Youtube, com 17%, Instagram com 12% e o Google + com 8%. O Twitter, muito usado pelos formadores de opinião, foi acessado por apenas 5% dos consultados.

Os horários considerados nobres para a internet são entre 10h e 11h da manhã e entre 20h e 21h. Os usuários das novas mídias ficam conectados, em média, cinco horas por dia durante a semana e 4 horas e meia, no fim de semana. A pesquisa mostra ainda que 65% dos jovens, com até 25 anos, acessam internet todos os dias mas este número cai para 4% entre as pessoas que têm acima de 65 anos. Apesar do crescente uso da internet, 51% dos entrevistados disseram que não a acessam.

Ao apresentar os resultados da pesquisa, o ministrochefe da Secretaria de Comunicação Social, Thomas Traumann, destacou a importância do Whatsapp na eleições presidenciais de outubro. E citou o interesse de vários órgãos de política dos Estados Unidos por este fenômeno que acreditam que irá se repetir nas eleições norte-americanas, em 2016.

A pesquisa foi realizada pelo Ibope, que fez cerca de 18 mil entrevistas entre 5 e 22 de novembro deste ano, em 848 municípios. Esta é a segunda edição da pesquisa. Ao falar dos dados, o ministro Thomas Traumann, disse que os dados levantamento servirão para orientar o governo na opção pelos meios de comunicação onde serão investidos os recursos de publicidade do Estado. "As pesquisas não serão o único parâmetro nosso", justificou o ministro, ressalvando que, no entanto, estes dados balizam a destinação das verbas.

"Como grande anunciante do mercado brasileiro, essa pesquisa mostra que a internet é crescentemente o meio de comunicação mais utilizado, embora a confiança da internet ainda seja baixa e que o jornal embora tenha baixa penetração, tem uma confiança mais alta", declarou. "Ou seja, nós temos de fazer um balanço destes dados para definir o destino dos recursos (da publicidade do governo). Não podemos usar números isolados", emendou.

De acordo com a pesquisa, o jornal continua sendo o meio de comunicação mais confiável. No caso das notícias, 58% declararam que confiam "sempre" no que é publicado nos jornais contra 40% que dizem confiar pouco. No caso das TVs, a confiança é de 54% e de rádio, 52%.

Outro dado aponta que 84% dos leitores compram jornal em busca de informação. O dia de maior leitura, ao contrário do que se dizia, não é o domingo, mas sim a segunda-feira, preferida por 48% dos leitores, seguido de quarta-feira. O dia menos lido é o sábado: só 35% têm esse hábito. Outros 79% dos consultados afirmaram que preferem ler o jornal em papel e só 10% o fazem nas versões digitais. Piauí, Ceará e Paraná são os Estados com maior adesão às versões on line dos periódicos. Ainda hoje a preferência dos leitores é pela compra de jornais em banca, 13% têm assinatura e 20% leem o jornal de outra pessoa. "A internet para os jornais ainda é um grande desafio", comentou Thomas Traumann.

No caso das revistas, 13% dos consultados leem revistas durante a semana, número que cresce com o aumento da escolaridade e da renda dos entrevistados. De acordo com a pesquisa, 85% dos entrevistados afirmaram que não costumam ler revistas.

http://www.dgabc.com.br/Noticia/1093033/pesquisa-apontaque- jorna i s - impre s sos - sao- v ei culo s - com-ma ior - credibilidade?referencia=ultimas

[ A importância das florestas ]

Valor Econômico – artigo de Paul Polman – 19/01/2015

Foi Ghandi quem disse: "O que estamos fazendo às florestas do mundo é apenas um reflexo do que estamos fazendo a nós mesmos e uns aos outros". Essa sabedoria antecedeu em meio século nosso conhecimento sobre a problemática das mudanças climáticas, mas não poderia ser mais profética.

A destruição das florestas naturais é responsável por até 15% das emissões que modificam o clima, maior do que a do setor de transportes inteiro. E a saúde das florestas está intimamente ligada a nossa capacidade futura de alimentar uma comunidade mundial de 9 bilhões de pessoas - quando mesmo hoje 800 milhões de pessoas ainda passam fome. Necessitamos mais alimentos, mais florestas, melhores condições de vida para os pequenos agricultores - e menos emissões. Se quisermos algumas dessas coisas, necessitaremos todas elas.

As florestas foram o centro das atenções nas negociações sobre o clima em Lima, ao mesmo tempo em que as pessoas vão se dando conta da escala do desafio climático e da importância de um plano de ação focado nas florestas, se quisermos viabilizar a segurança climática e alimentar. Líderes de países florestais, grupos indígenas, CEOs de empresas, sociedade civil e funcionários das Nações Unidas reuniram-se em uma série de encontros para descobrir como fazer exatamente isso.

Financiamento internacional, na forma dos fundos multilaterais REDD+, estão sendo alocados em montantes cada vez mais elevados, com impacto potencialmente efetivo em países como Indonésia, Peru, Brasil e Paraguai. O papel dos povos indígenas na proteção das florestas - e a importância das reformas de governança para as questões de posse da terra -, estão, já não é sem hora, sendo compreendidos e assumidos.

Essas discussões estão fundamentadas também em exemplos que mostram o que pode ser feito. Desde 2005, a taxa de desmatamento no Brasil caiu 70% abaixo da média histórica, enquanto, ao mesmo tempo, a produção de alimentos cresceu cerca de 50%. Uma combinação de políticas públicas e engajamento do setor privado, evitaram o lançamento de 3,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera, fazendo do Brasil um líder mundial em mitigação das mudanças climáticas. México e El Salvador - vizinhos latinoamericanos do Brasil -, também fizeram bons progressos, pioneiros, respectivamente, em pagamento por serviços de ecossistemas e restauração florestal.

Essa liderança manifesta-se no fim de um ano em que ocorreu também uma mudança sem precedentes de paradigma em termos de engajamento empresarial no sentido de combater o desmatamento. Em vista da vigorosa sinalização via engajamento do "Consumer Goods Forum" para desmatamento zero até 2020, o mercado vem mudando rapidamente. Extraordinários 96% do óleo de palma comercializado em todo o mundo são, atualmente, condicionados ao não desmatamento, na esteira de um recente anúncio da Musim Mas, uma das maiores produtoras de óleo de palma na Indonésia. A Tropical Forest Alliance, uma parceria público-privada reunindo empresas de bens de consumo, governos e ONGs, está agora trabalhando em diversos países para converter esses engajamentos em progressos efetivos.

O progresso na Indonésia foi recentemente impulsionado pelo anúncio, pelo presidente Widodo, de repressão ao desmatamento e à destruição de terrenos de turfa; e, no Brasil, pela extensão da "moratória da soja" até maio de 2016, assegurando que o desmatamento "movido a soja" não aumente enquanto é implementado o novo Código Florestal do país.

Outros países também estão avançando muito rápido. No âmbito das negociações da ONU, sob a bandeira da "Lima Challenge", 13 países florestais de todo o mundo, entre eles a Colômbia, o Peru e a Libéria - comprometeram-se a apresentar planos de reduções de emissões de florestas, enfatizando o que poderiam alcançar com seus próprios esforços e o que mais seriam capazes de fazer com apoio e parceria internacionais. Esses países estão começando a romper a tradicional divisão entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento persistente nas negociações climáticas até hoje. Em vista dos principais avanços obtidos na conferência de Lima - a superação dessa divisão e a criação de obrigações de redução de emissões impostas a todos os países -, certamente veremos mais desses tipos de desafios positivos.

Uma vez que as metas ambicionadas constantes da minuta de documento final são ainda inaceitavelmente baixas, as ambiciosas metas para os países florestais, em parceria com as economias desenvolvidas e o setor privado, são um exemplo das mudanças no pensamento e nas práticas necessárias para assegurar uma conversão para baixo carbono.

A Declaração de Nova Iorque sobre Florestas, divulgada durante Cúpula do Clima promovida pelo Secretário Geral da ONU em setembro, também mostra o caminho a seguir para um acordo climático mundial, com papéis claros para países florestais, economias desenvolvidas, sociedade civil, povos indígenas e setor privado. E a energia e entusiasmo dos tomadores de decisões no sentido de adotar uma abordagem abrangente - tratando florestas e agricultura como parte de um todo maior - rompendo barreiras e mostrando que as mudanças transformadoras estão ao nosso alcance.

Cinquenta anos após a percepção de Gandhi, precisamos fazer uma escolha sobre nosso futuro e o das florestas que nos sustentam. Nós sabemos qual escolha temos de fazer. (Tradução de Sergio Blum)

Paul Polman é CEO da Unilever

[ Mercado projeta 'uniões' em celulose ]

Agência Estado em Diário de Pernambuco – 26/01/2015

O movimento de consolidação no mercado brasileiro de celulose é um caminho sem volta e deverá acontecer em um futuro não muito distante, segundo empresários, analistas e executivos ouvidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O mercado olha com especial atenção para o destino da Eldorado Celulose, controlada pela holding J&F - dona da Friboi e da Seara -, como um possível alvo nesse processo.

Fontes de mercado afirmam que tanto Fibria quanto Suzano chegaram a olhar esse ativo, mas as negociações não foram adiante. A Fibria é apontada como "compradora natural" por ter uma unidade em Três Lagoas (MS), onde também está localizada a Eldorado. A Suzano diz que não há planos imediatos para participar de movimento de consolidação no Brasil. A Fibria não quis dar entrevista.

Ao jornal “O Estado de S. Paulo”, o presidente da Eldorado Celulose, José Carlos Grubisich, diz que nunca houve qualquer conversa para fusão. O presidente da Eldorado mantém o discurso de que a companhia tem como projeto mais do que dobrar sua capacidade produtiva, atualmente em 1,7 milhão de toneladas por ano. O executivo calcula os custos da nova unidade em R$ 10 bilhões e reforça a projeção de colocá-la em operação em 2018.

Para isso, Grubisich admite que terá de correr contra o tempo: para cumprir o prazo, precisará estar com a estrutura de financiamento pronta antes do fim de 2015.

Na atual estrutura societária da Eldorado, a J&F tem 80% do capital. Os dois fundos de pensão (Funcef, da Caixa, e Petros, da Petrobrás) somam cerca de 18%, e o restante - pouco menos de 2% - pertence a Grubisich.

Fontes de mercado afirmam que os fundos de pensão não estão dispostos a colocar mais capital na Eldorado. No ano passado, até setembro, a holding J&F teve de injetar R$ 1,1 bilhão de capital na companhia. A empresa diz que está buscando capital privado para colocar sua segunda unidade em pé.

De acordo com fontes, uma consolidação envolvendo a Eldorado poderá penalizar futuros parceiros, uma vez que a companhia está altamente endividada.

A expansão do mercado de celulose, para outra fonte do setor, é uma questão de confiança na viabilidade dos projetos. "Dinheiro no mercado com certeza há. É só uma questão de as empresas conseguirem apresentar as garantias aos bancos. A Eldorado, sozinha, não tem como fazer isso. Mas a J&F tem."

Sócio de peso

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de tanto colocar dinheiro no setor, virou sócio importante tanto da Fibria quanto da Suzano. No entanto, não há no momento disposição do governo em financiar "campeãs nacionais".

Também existem no País dois projetos em fase inicial - um do grupo Zogbi e outro do empresário Mário Celso Lopes -, que engrossariam a lista de concorrentes no setor. No entanto, o mercado duvida que esses negócios tenham capacidade de atrair investimentos para deslancharem tão cedo.

A consolidação, embora esperada, tem obstáculos para sair do papel. "Não vejo como algo líquido e certo. É mais uma vontade. O setor é muito pulverizado e as empresas têm estruturas de capital muito diferentes", afirma Renato Antunes, analista do Banco Plural.

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ economia/2015/01/26/internas_economia,556880/ mercado-projeta-unioes-em-celulose.shtml

 







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