Empresa

Produtos

Serviços

Parceiros

Notícias

Contato



Novembro 2014


[ Celulose, painéis de madeira e papel registram alta nas exportações ]

CeluloseOnline – 30/10/2014

De janeiro a setembro deste ano, o volume das exportações de celulose totalizou 7,8 milhões de toneladas, alta de 12,6% em relação ao mesmo período de 2013, quando foram exportadas 6,9 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados na quinta edição do boletim mensal da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).

Em relação ao segmento de painéis de madeira, o volume exportado no acumulado do ano somou 419 mil m³, crescimento de 32,2% sobre o mesmo período do ano passado, quando as exportações foram de 317 mil m³. O volume das exportações de papel atingiu 1,4 milhão de toneladas nos nove primeiros meses deste ano, com variação de 1,9% em relação ao mesmo período de 2013.

Receita de exportações

Nos nove meses de 2014, a receita de exportações de celulose, painéis de madeira e papel totalizou US$ 5,5 bilhões, o que representa crescimento de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o total foi de US$ 5,4 bilhões. O saldo da balança comercial do setor, de janeiro a setembro, é de US$ 4,1 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 4,1% em relação ao saldo do mesmo período do ano passado. As vendas de celulose para a China, segundo maior mercado para esse produto brasileiro, somaram US$ 1,2 bilhão, com aumento de 7,5% na comparação com 2013.

Produção

No acumulado do ano, a produção de celulose atingiu 12,0 milhões de toneladas, com alta de 7,7% sobre o volume do mesmo período de 2013, que foi de 11,2 milhões de toneladas. A produção de painéis de madeira foi de 5,9 milhões de m³, com variação positiva de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Em relação ao segmento de papel, a produção de janeiro a setembro totalizou 7,8 milhões de toneladas, com variação de 0,4% na comparação com o mesmo período de 2013.

Vendas Domésticas

De janeiro a setembro de 2014, as vendas de celulose no mercado doméstico cresceram 3,9% em relação ao mesmo período de 2013, atingindo 1,3 milhão de toneladas. Em relação ao segmento de papel, as vendas no mercado interno apresentaram uma variação de 0,2% em relação ao mesmo período do ano passado, somando 4,2 milhões de toneladas. As vendas domésticas de painéis de madeira foram de 5,4 milhões de m³, 0,4% menor do que o volume comercializado nos nove primeiros meses de 2013.

http://celuloseonline.com.br/celulose-paineis-de-madeirae- papel-registram-alta-nas-exportacoes-de-2014/

[ Venda de papelão ondulado tem o melhor setembro desde 2010 ]

Valor Econômico – Stella Fontes – 30/10/2014

As vendas domésticas de papelão ondulado mantiveramse em alta em setembro e subiram 2,5% na comparação anual, para 294,615 mil toneladas, segundo boletim estatístico divulgado nesta quinta-feira pela Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). Esse é o maior volume expedido no mês, conforme série histórica da entidade com início em 2010. A prévia da ABPO apontava ritmo parecido de crescimento (2,42%) nessa base de comparação.

Frente a agosto, mês que consolidou a retomada das expedições brasileiras de chapas, placas e acessórios de papelão iniciada em julho, porém, houve queda de 0,34% com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, a redução foi de 0,01%, ante 0,09% de queda no levantamento preliminar.

Com esse desempenho, no acumulado dos nove primeiros meses do ano, as vendas da indústria somaram 2,534 milhões de toneladas, com alta de 0,61% frente ao mesmo intervalo de 2013.

Para 2014, a ABPO projeta crescimento máximo de 2% nas expedições de papelão ondulado. Inicialmente, a entidade previa expansão de 3,5% a 4% nas vendas anuais, porém revisou a estimativa após o fraco desempenho de abril.

http://www.valor.com.br/empresas/3757376/venda-depapelao- ondulado-tem-o-melhor-setembro-desde- 2010#ixzz3I0vFjSF8

[ Previsão otimista para o 4º trimestre ]

Valor Econômico – Stella Fontes – 24/11/2014

A recuperação dos preços da celulose de fibra curta nesta reta final de 2014 e a valorização do dólar frente ao real verificada no últimos meses prometem impulsionar os resultados operacionais das brasileiras Fibria e Suzano Papel e Celulose, as duas maiores produtoras mundiais de celulose de eucalipto, no quarto trimestre.

As notícias são boas também do lado da demanda. Conforme dados do PPPC (do inglês Pulp and Paper Products Council) e da autoridade chinesa de comércio exterior, a procura permanece crescente na China e está ligeiramente aquecida no mercado europeu, a despeito do fraco desempenho do consumo local de papel, especialmente o do tipo gráfico.

Em relatório emitido a clientes no fim de outubro, analistas do Citi estimaram que a cada R$ 0,10 de ganho advindos do dólar, o impacto positivo no resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da Fibria se aproxima de 10% e é de 6% no caso da Suzano, que iniciou a operação de uma fábrica de celulose, em Imperatriz (MA), em 30 de dezembro do ano passado. Essa maior disponibilidade de matéria-prima para venda a terceiros também deve contribuir para que a companhia registre recordes operacionais nos três últimos meses do ano.

Após a divulgação dos resultados da Suzano no terceiro trimestre, o Goldman Sachs estimou uma alta potencial de 29% no Ebitda da companhia nos três últimos meses do ano, na comparação trimestral, para R$ 794 milhões. Conforme a equipe de análise do banco, a expectativa de preços e volumes melhores de celulose e aumento nas vendas de papel explicam essa tendência.

No trimestre passado, a desvalorização do real ante o dólar, rumo a R$ 2,50, contribuiu para reduzir de maneira importante o impacto negativo da queda dos preços da celulose em dólar. Há, porém, duas ressalvas importantes quanto aos ganhos potenciais da indústria com o câmbio, além do impacto que a variação tem no preço de determinados insumos usados pela indústria, como os químicos.

A primeira está relacionada ao próprio desempenho operacional: na Europa, que se mantém como principal mercado mundial para a celulose, o enfraquecimento do euro frente ao dólar pode conter um avanço mais significativo dos preços em moeda americana. A segunda refere-se à linha financeira: grandes exportadoras têm, naturalmente, parcela importante de sua dívida tomada em moeda estrangeira e bruscas variações cambiais entre o início e o fim do trimestre resultam em ganhos ou perdas expressivos nessa, porém sem efeito caixa, linha do balanço.

Atualmente, as cotações da celulose de fibra curta nos três mercados globais de referência permanecem abaixo do verificado no quarto trimestre do ano passado. Porém, frente ao terceiro trimestre, os produtores conseguiram emplacar reajustes e a tonelada da matéria-prima, até a semana de 10 de novembro, já havia subido ao menos US$ 10 no mercado europeu e US$ 17 na China, onde o preço da fibra curta voltou a encostar nos US$ 600 por tonelada, segundo a consultoria Foex, referência mundial para a indústria de celulose e papel.

Em relatório distribuído a clientes na semana passada, ao qual o Valor teve acesso, a Foex indicou que o índice PIX BHKP no mercado europeu subiu US$ 1,69 frente à semana anterior, ou o equivalente a 0,23%, para US$ 735,19 por tonelada. Esse valor evidencia a recuperação frente ao terceiro trimestre, quando o preço médio da fibra curta na Europa ficou em US$ 725 por tonelada. No início do ano, a cotação era US$ 34,38 maior, em US$ 769,57 por tonelada.

Na China, a puxada de preços foi mais alta, com a cotação média US$ 1,24 (ou 0,21%) acima do registrado na semana anterior, para US$ 599,96 por tonelada. Esse valor se compara a US$ 583 a tonelada nos três meses encerrados em setembro e a US$ 653,03 por tonelada na primeira semana de 2014.

Nos dois casos, o recuo nas cotações está associado principalmente à maior oferta mundial de matéria-prima. Esse cenário de sobreoferta voltará a rondar o setor em 2015, com o início de operação da linha da CMPC Celulose Riograndense e a chegada de maiores volumes ao mercado da fibra de Montes del Plata, joint venture entre Stora Enso e Arauco no Uruguai. Porém, assim como em 2014, há expectativa de novos fechamentos de capacidades, o que ajudaria a manter um relativo equilíbrio entre oferta e demanda. Neste ano, segundo dados da Fibria, cerca de 740 mil toneladas de celulose saíram do mercado, compensando parcialmente a oferta adicional.

Desde o fim do verão no Hemisfério Norte, que historicamente reduz o nível de compras global de celulose, as estatísticas apontam recuperação da demanda, especialmente na China. Consultorias e analistas destacaram as divergências entre os números de vendas ao mercado chinês apurado pelo PPPC e pelo governo chinês, mas, nos dois, a trajetória é de alta.

Em setembro, conforme o PPPC, os embarques para a China subiram cerca de 15% na comparação anual e os sinais, segundo a Foex, são de manutenção de ritmo em outubro. No entanto, a oferta mundial de fibra deve voltar a crescer, em razão do retorno à produção de fibra curta pela Sappi na unidade de Cloquet, nos EUA (que havia sido convertida à produção de celulose solúvel), e dos planos de retomada da produção na fábrica da Old Town, no mesmo país, interrompida em meados do ano.

Ainda assim, a expectativa até dezembro é a de demanda favorável ao reajuste anunciado pelos produtores a partir de outubro para os três mercados mundiais.

http://www.valor.com.br/empresas/3790092/previsao-otimista-para-o-4#ixzz3JyqxA01P

 







Contato: faleconosco@samab.com.br | (11) 3670-0800

Av. Henry Ford, 140 - Mooca - São Paulo - SP

© 2017 – SAMAB. Todos os direitos reservados.