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Agosto 2014


[ Jornais buscam publicidade perdida ]

Valor Econômico – Gustavo Brigatto – 19/08/2014

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) lançou ontem uma série de iniciativas para reposicionar o setor no país. O objetivo é fazer com que os jornais recuperem o espaço perdido na verba publicitária do país - de cerca de dez pontos percentuais nos últimos anos, para 10% do total.

Batizada de "Jornais em Movimento", as medidas preveem uma integração mais profunda entre as empresas do setor para lidar com questões como a geração de dados mais precisos sobre o mercado e apresentar as publicações como canais multiplataforma, com atuação no mundo impresso e também no digital.

Jornal "não é só papel. É um relacionamento com a sociedade, uma marca", disse Ana Amélia Cunha Pereira Filizola, diretora da unidade de jornais do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). Ela participou ontem do 10º Congresso Brasileiro de Jornais (CBJ), que termina hoje em São Paulo.

O projeto de reposicionamento do setor levou cerca de um ano para ser concluído e foi elaborado com apoio da agência de publicidade LewLara/TBWA. Segundo Marcello Moraes, presidente da Infoglobo, os trabalhos do grupo foram balizados por um levantamento feito com agências de publicidade e anunciantes para detectar a percepção do mercado sobre o meio jornal. "A avaliação é que temos um alcance pequeno, a audiência está em queda e que somos só papel", disse o executivo.

Para mudar essas avaliações, a ANJ investiu em treinamento de profissionais da área de vendas de algumas publicações - para que entendam o conceito de multiplataforma - e pretende promover o conceito junto a agências de publicidade. Hoje, as propostas serão apresentadas a publicitários.

Em outra frente, o objetivo é criar indicadores que representem melhor a abrangência dos jornais. Os números do setor, hoje, são baseados na tiragem diária das publicações, medida pelo Instituto Verificador da Circulação (IVC).

O IVC não leva em conta o acesso aos sites das publicações, nem o número de pessoas que de fato são impactadas pelo que é publicado. Pelo IVC, o mercado encolheu 1,9% em 2013, para 4,43 milhões de edições por mês. "Mas os acesso aos sites não param de crescer", disse Moraes.

As novas métricas, porém, precisam ser criadas de forma cuidados. "O IVC tem credibilidade e facilidade de uso para o mercado publicitário. Não podemos perder isso", observou Antônio Manuel Teixeira Mendes, diretor superintendente do Grupo Folha.

A ANJ também criou algumas ferramentas para ajudar os jornais nessa nova fase. A primeira é uma espécie de vitrine virtual de publicidade em jornais, um 'marketplace', no jargão usado por varejistas digitais.

A ideia é juntar, em um só local, dados sobre venda de anúncios nas diferentes empresas jornalísticas do país, facilitando o trabalho dos profissionais da área de publicidade. "É muito difícil comprar espaço em diferentes veículos no Brasil hoje. A ideia é melhorar esse processo", disse Eduardo Smith, vice-presidente de jornais, rádios e digital do Grupo RBS. A expectativa é que o site seja lançado até o começo do ano que vem.

A ANJ criou uma rede virtual que vai juntar publicações interessadas em vender publicidade em seus sites de forma conjunta. Isso permite que anunciantes atinjam seus alvos de forma mais rápida e eficiente do que se tivessem que negociar individualmente com cada veículo. Mas ao contrário do que, em geral, fazem as "ad networks", o objetivo da rede da ANJ não será vender os espaços mais baratos aos anunciante e, sim, os mais caros. A ideia é tirar proveito dos atributos de credibilidade e reconhecimento de marca dos jornais para conseguir vender melhor os espaços.

"Nos últimos anos perdemos receita por uma questão de posicionamento de preços. Agora vamos mudar isso", disse Ana Amélia. O Digital Premium, como foi batizado, entrará em funcionamento na segunda quinzena de setembro com nove jornais. Segundo Ana Amélia, a rede está aberta a todos os 130 associados da ANJ e a outras publicações.

O lançamento da campanha "Jornais em Movimento" marca uma mudança de postura da ANJ. Criada há 35 anos, a associação atuava, até hoje, apenas em questões de defesa da liberdade de imprensa no país. Com a iniciativa atual, ela passa a olhar também para a sustentabilidade econômica do setor, disse Nelson Sirotsky, presidente do conselho de administração do grupo RBS.

Para Sirotsky, o novo posicionamento pode não levar o setor a voltar a seu patamar histórico mais elevado, mas certamente vai ajudar na recuperação de espaço nas verbas publicitárias. "Somos a segunda plataforma mais usada pelo brasileiro em algumas classes sociais. É natural que isso aconteça", disse.

http://www.valor.com.br/empresas/3658668/jornaisbuscam- publicidade-perdida#ixzz3BP0RnwE4

[ Quem lê histórias em obras impressas absorve mais conteúdo, diz pesquisa ]

Tecmundo.com – Ramon Voltolini – 22/08/2014

Dispositivos eletrônicos portáteis e versáteis têm sido usados para executar várias tarefas. Alguns dos hábitos mais tradicionais admitidos pelas sociedades ao longo dos séculos são abarcados, naturalmente, pelas novas tecnologias. A leitura de obras, dessa forma, tem sido feita por meio de smartphones, tablets e eReaders dos mais variados tipos.

E é verdade: carregar centenas de livros debaixo dos braços é uma possibilidade tentadora aos amantes do mundo literário. Mas a facilidade de leitura aliada à quantidade de obras que podem ser concluídas a partir de alguns toques sobre telas de aparelhos móveis significa, de fato, que esses novos leitores retêm boa parte do conteúdo lido?

Publicado pelo periódico The Guardian nesta semana, um estudo afirma que leitores que fazem uso de aparelhos eletrônicos não apresentam as qualidades de memorização manifestadas por aqueles que relutam em arredar os olhos das tradicionais letras impressas.

Realizada pela Universidade de Stavanger (Noruega), a pesquisa avaliou 50 pessoas. Todos os entrevistados leram uma história de 28 páginas: metade deles fez a leitura por meio de um Kindle; outros 25 fizeram a leitura da mesma obra impressa em papel.

Retenção de conteúdo

Conduzida pela professora Anne Mangen, a análise revelou a existência de diferenças em termos de imersão junto à história e retenção de conteúdo em ambos os grupos avaliados. “Verificamos que os ‘leitores de papel’ têm níveis maior de empatia, imersão e de coerência narrativa quando comparados aos ‘leitores digitais’”, nota a pesquisadora.

A reconstrução da história contada pela obra lida não foi feita com sucesso por quem usou um eReader. “Os leitores que usaram um Kindle demonstraram uma performance notavelmente pior durante a ação de reconstrução de 14 eventos listados pela história em ordem correta”, registrou também Anne. Mas, afinal, por que a retenção de conteúdo foi feita desta forma?

Método de memorização

Uma das hipóteses que justifica a menor retenção de conteúdo feita pelos “leitores digitais” é justamente a forma como o cérebro retém informações. “Em um livro, você pode sentir a pilha de papel que ainda está por vir. Há um progresso tátil em adição ao progresso visual. As diferenças se dão em função da falta de flexibilidade em um aparelho como um Kindle”, explica a professora.

Outro fundamento da memorização diz respeito à disposição de conteúdo. “Muitas vezes nos lembramos de trechos de histórias que estão descritos em determinados locais das páginas”, observam ainda estudiosos em entrevista à revista Scientific American. Este processo é descrito como o “palácio da memória” ou método loci, técnica de memorização que depende das relações espaciais estabelecidas para que um conteúdo determinado seja retido.

Significa, em suma, que a experiência física estabelecida entre leitores e obras impressas é mais intensa – o que, por estimular mais sentidos, resulta em uma maior retenção de conteúdo. Mas Anne Mangen observa: as constatações feitas pelo estudo não crucificam os “leitores digitais”, que podem, naturalmente, apresentar boas performances durante a leitura de obras em aparelhos móveis. Contudo, a professora insiste: “A pesquisa realizada com estudantes mostrou que eles preferem ler em papel”.

http://www.tecmundo.com.br/leitor-digital-ereader-/60922-le-historias-obras-impressas-absorve-conteudo-diz-pesquisa.htm

[ Bienal do Livro em São Paulo leva 720 mil pessoas ao Anhembi ]

Exame / Conteúdo Estadão – Maria Fernanda Rodrigues – 31/08/2014

A Bienal do Livro de São Paulo encerra sua 23ª edição na noite deste domingo, 31, com um público maior do que o estimado pela Câmara Brasileira do Livro: 720 mil pessoas ante as 700 mil esperadas.

O sábado passado, quando os fãs da escritora Cassandra Clare surpreenderam a organização indo em peso e ao mesmo tempo, foi o mais tumultuado, e o maior pico de público de toda a edição da feira (20 mil pessoas) foi registrado nas duas primeiras horas daquele dia.

Da abertura, na sexta, 22, ao domingo, 24, 150 mil pessoas foram ao Anhembi. No entanto, o dia mais cheio foi nesse sábado, 30, com 100 mil visitantes.

A falta de um best-seller internacional voltado ao público juvenil ajudou a tornar a vista um pouco mais tranquila, apesar dos corredores cheios a partir do final da tarde.

Somando o público de sexta, esse número salta para 180 mil. Os números foram informados pela organização na tarde deste domingo.

Karine Pansa, presidente da Câmara Brasileira do Livro, destacou que pela primeira vez os visitantes participaram em massa da programação cultural.

Segundo o Sesc, responsável por esta curadoria, 400 mil pessoas passaram pelos diversos espaços que receberam bate-papos entre escritores brasileiros e

estrangeiros, shows musicais, peças de teatro, espetáculos de dança, contação de história, entre outras atividades.

O Vale Cultura foi aceito na bilheteria e por algumas editoras, mas a organização ainda não mediu sua utilização.

A forte programação cultural foi o diferencial desta edição, que sofreu com os mesmos problemas de edições passadas: longas filas para tudo, sobretudo para usar o transporte gratuito entre o evento e a estação de metrô.

No geral, as editoras registram crescimento no faturamento e no volume vendido. Muitas delas ofereceram bons descontos, principalmente neste último fim de semana.

Bienal em números:

  • 720 mil visitantes
  • 100 visitantes foi o maior o público de um dia só (sábado 30)
  • 400 pessoas participantes nas atrações (shows, debates…)
  • 120 mil alunos com as escolas
  • R$ 34 milhões de orçamento total – R$ 10 milhões dos quais passíveis de captação por lei do incentivo

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/bienal-do-livro-em-sp-leva-720-mil-pessoas-ao-anhembi

[ Quem lê histórias em obras impressas absorve mais conteúdo, diz pesquisa ]

Tecmundo.com – Ramon Voltolini – 22/08/2014

Dispositivos eletrônicos portáteis e versáteis têm sido usados para executar várias tarefas. Alguns dos hábitos mais tradicionais admitidos pelas sociedades ao longo dos séculos são abarcados, naturalmente, pelas novas tecnologias. A leitura de obras, dessa forma, tem sido feita por meio de smartphones, tablets e eReaders dos mais variados tipos.

E é verdade: carregar centenas de livros debaixo dos braços é uma possibilidade tentadora aos amantes do mundo literário. Mas a facilidade de leitura aliada à quantidade de obras que podem ser concluídas a partir de alguns toques sobre telas de aparelhos móveis significa, de fato, que esses novos leitores retêm boa parte do conteúdo lido?

Publicado pelo periódico The Guardian nesta semana, um estudo afirma que leitores que fazem uso de aparelhos eletrônicos não apresentam as qualidades de memorização manifestadas por aqueles que relutam em arredar os olhos das tradicionais letras impressas.

Realizada pela Universidade de Stavanger (Noruega), a pesquisa avaliou 50 pessoas. Todos os entrevistados leram uma história de 28 páginas: metade deles fez a leitura por meio de um Kindle; outros 25 fizeram a leitura da mesma obra impressa em papel.

Retenção de conteúdo

Conduzida pela professora Anne Mangen, a análise revelou a existência de diferenças em termos de imersão junto à história e retenção de conteúdo em ambos os grupos avaliados. “Verificamos que os ‘leitores de papel’ têm níveis maior de empatia, imersão e de coerência narrativa quando comparados aos ‘leitores digitais’”, nota a pesquisadora.

A reconstrução da história contada pela obra lida não foi feita com sucesso por quem usou um eReader. “Os leitores que usaram um Kindle demonstraram uma performance notavelmente pior durante a ação de reconstrução de 14 eventos listados pela história em ordem correta”, registrou também Anne. Mas, afinal, por que a retenção de conteúdo foi feita desta forma?

Método de memorização

Uma das hipóteses que justifica a menor retenção de conteúdo feita pelos “leitores digitais” é justamente a forma como o cérebro retém informações. “Em um livro, você pode sentir a pilha de papel que ainda está por vir. Há um progresso tátil em adição ao progresso visual. As diferenças se dão em função da falta de flexibilidade em um aparelho como um Kindle”, explica a professora.

Outro fundamento da memorização diz respeito à disposição de conteúdo. “Muitas vezes nos lembramos de trechos de histórias que estão descritos em determinados locais das páginas”, observam ainda estudiosos em entrevista à revista Scientific American. Este processo é descrito como o “palácio da memória” ou método loci, técnica de memorização que depende das relações espaciais estabelecidas para que um conteúdo determinado seja retido.

Significa, em suma, que a experiência física estabelecida entre leitores e obras impressas é mais intensa – o que, por estimular mais sentidos, resulta em uma maior retenção de conteúdo. Mas Anne Mangen observa: as constatações feitas pelo estudo não crucificam os “leitores digitais”, que podem, naturalmente, apresentar boas performances durante a leitura de obras em aparelhos móveis. Contudo, a professora insiste: “A pesquisa realizada com estudantes mostrou que eles preferem ler em papel”.

http://www.tecmundo.com.br/leitor-digital-ereader-/60922-le-historias-obras-impressas-absorve-conteudo-diz-pesquisa.htm

[ Exportação de celulose cresce no ano até julho ]

EAgência Estado publicado no Diário de Pernambuco – 27/08/2014

Nos sete primeiros meses de 2014, a receita de exportações de celulose, painéis de madeira e papel somou US$ 4,346 bilhões, aumento de 4,3% na comparação com igual intervalo de 2013, informou a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), na terceira edição do boletim Cenários Ibá. As importações recuaram 3,2% na mesma comparação, para US$ 1,075 bilhão. No período, o saldo da balança comercial do setor é de US$ 3,271 bilhões, 7,1% maior do que o registrado no mesmo intervalo no ano passado.

O resultado positivo é puxado pelo volume de celulose exportado, que aumentou 13,6%, somando 6,065 milhões de toneladas e gerando receita de US$ 3,092 bilhões até julho. A produção de celulose teve alta de 6,1% no acumulado do ano, totalizando 9,215 milhões de toneladas. No mês de julho, a produção brasileira de celulose aumentou 7,5%, somando 1,377 milhão de toneladas, deste total, foram produzidas 1,179 milhão de toneladas de fibra curta de celulose (hardwood pulp). As importações de fibra longa de celulose (softwood pulp) aumentaram 13,5% durante o mês de julho para 42 mil toneladas.

Papel

A produção de papel se manteve estável no acumulado do ano, em 6 037 milhões de toneladas. As exportações de papel de janeiro a julho avançaram 3,2%, para 1,113 milhão de toneladas. Somente no mês passado as exportações subiram 10,9%, somando 163 mil toneladas. As vendas domésticas em julho caíram 0,8% e no acumulado do ano se mantiveram estáveis, em 3,220 milhões de toneladas.

As importações de papel, que refletem a expectativa de demanda para os próximos meses, caíram 3% entre janeiro e julho deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Mas somente no mês de julho, cresceram 7,1%, puxadas pela importação de papel para imprimir e escrever que aumentou 13,7% no mês passado.

A produção de painéis de madeira caiu 6% em julho de 2014, totalizando 616 mil m³. As vendas domésticas no mesmo período aumentaram 3,1% e as exportações cresceram 55,3%. No acumulado até julho as exportações também registraram aumento de 26%, ante recuo de 37% na importações e recuo de 2,7% nas vendas domésticas. A produção de painéis se manteve estável nos sete primeiros meses do ano, somando 4,450 milhões m³.

Lançada em abril deste ano, a Ibá reúne as 70 empresas e associações estaduais que participavam da Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa), da Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência (Abiplar), da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF) e da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/08/27/internas_economia,525606/iba-exportacao-de-celulose-cresce-no-ano-ate-julho.shtml

 







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